
A contração de crédito generalizada segue o seu curso no mundo. A primeira onda conduziu a relação Ouro/Petróleo até 22 barris por onça troy, a próxima onda já toma forma e deve ganhar velocidade ao longo das próximas semanas. A fim de que uma discrepância histórica não ocorra, eventos marcantes, únicos regionalmente como a Copa do Mundo na África do Sul em 2010, deverão coincidir com extrema pujança local. Se não me falha a memória, a África do Sul é um grande produtor de Ouro e importador de energia/commodities. A diferença relativa favorece os negócios locais, a balança comercial e possivelmente valoriza o Rand em relação a outras moedas, mas não necessariamente em relação ao USD.
Lembrem-se desta correlação histórica ao longo de 2010, quando as commodities estiverem em baixa e o Brasil sofrendo percalços econômicos/sociais/políticos. 2014 não estará longe. Conforme já mencionado anteriormente, Outubro próximo oferece ainda a possibilidade de um novo boom de commodities turbinado até 2016, para coincidir com a possibilidade única das Olimpíadas em solo brasileiro. Quem não acredita em tudo isso, não perde por esperar.
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