terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Petrobras em Perspectiva 2.

Autor: Luís Cardiga (25/01/10).

PBR (ticket em NY para Petrobrás em USD) mantém sua trajetória de acordo com a cartilha das últimas semanas. MACD e RSI permitem a continuidade do movimento de baixa com uma velocidade média de -7 USD/mês ao redor da reta mestre semanal.

A atual velocidade média de queda é inferior a do movimento de 2008 visto que o total de valor de mercado a ser subtraído desta Cia também é menor. Portanto, temos uma queda relativamente suave a partir dos níveis atuais, apontando para um mínimo próximo a Maio/Junho de 2010.

Os primeiros 2/3 do atual movimento terão o apoio de volumes crescentes de negociação para logo em seguida reverterem para menores volumes indicando que a fase final do movimento descendente está próxima.

Volumes de negociação crescentes a partir de Junho/Julho de 2010, bem como indícios de que a contração da Velocidade do Dinheiro em USD está próxima ao seu ápice também confirmarão a possibilidade do final do movimento.

Em paralelo, mantemos também nosso foco no "Long Bond" em USD como o elemento desestabilizador dos spreads de risco globais e estrutura geral do custo de captação e rolagem de dívidas em USD. A elevação destes custos via novas ofertas para financiamento das dívidas governamentais de Tio Sam (queda no valor de face do Bond) implica em maiores yields de dívida e consequentemente maiores yields na base da pirâmide de risco (ações).

Vendidos e comprados nos diversos instrumentos correlatos devem ter em mente esta trajetória.

E por último, parece razoável que um crescente fluxo de informações negativas a respeito desta Cia e do mercado como um todo trará o devido respaldo "fundamentalista" justificando em tempo hábil a queda no preço das ações.

Abaixo gráfico semanal de PBR.


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